A Biblioteca Pública da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, com mais de 4000 volumes de literatura, arte, filosofia, história, ciência, livros infantis e juvenis, etc. e algumas centenas de publicações periódicas pode ser consultada durante as horas de abertura. Também a Mediateca, que se encontra em formação, pode já ser consultada e verem-se filmes no local ou levá-los para casa, emprestados. Ver Catálogo da Biblioteca Pública e Mediateca. Ver mais informações.
Mediante marcação:
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
O Centro de Documentação, constituído pelo arquivo Mário Dionísio e pela sua biblioteca e de Maria Letícia Clemente da Silva (mais de 6000 volumes e mais de 200 publicações periódicas) pode ser consultado mediante marcação. Ver Catálogo da Biblioteca do Centro de Documentação.
Durante os 3 meses de Verão, o Cinema da Casa da Achada volta ao ar livre. Eram os meses em que, quando havia «férias grandes», aqueles que as tinham partiam das cidades para as praias e para os campos e às vezes também aproveitavam para visitar cidades de outros países.
Este ciclo propõe, sobretudo aos que ficam em Lisboa durante o Verão, viagens semanais, através do cinema, a várias cidades do mundo, vistas de certas maneiras, onde acontece o esperado e também o inesperado.
Melhor, uma longa viagem, com partida de uma cidade imaginada por Fritz Lang (Metropolis) e chegada a outra cidade imaginada, esta por Godard (Alphaville).
Não é um percurso linear e nalguns filmes ou sessões passaremos por mais do que uma cidade. Começaremos por algumas mais distantes (Los Angeles, Nova Iorque, Tóquio, Rio de Janeiro…) e só em fins de Setembro, quando as escolas já começaram, chegaremos a Lisboa, depois de espreitar Alexandria e terras de Europas várias.
Percorreremos assim, além dumas partes do mundo, setenta e cinco anos de cinema e muitas maneiras de o fazer: do cinema mudo dos anos 20 (do século xx) aos primeiros anos do século que estamos a viver.
Pelo menos, 15 cidades existentes (além de 2 imaginadas), que conhecemos ou não conhecemos, que reconheceremos ou não, vistas por 20 olhares de gente que usa a câmara de filmar para olhar, para ver, para descobrir, para inventar, para dizer que sim, para dizer que não. Para existir. Para fazer viver.
clicar no programa de cinema para ver maior.
Ciclo A Paleta e o Mundo III
Todas as segundas-feiras às 18h30
Leituras com projecção de imagens de textos relacionados
Na 3ª parte do ciclo «A Paleta e o Mundo» lemos obras que foram citadas em A Paleta e o Mundo de Mário Dionísio, ou obras de autores seus contemporâneos.
Em Agosto continua a leitura comentada, com projecção de imagens, de «O momento do cubismo» de John Berger e outros textos.
Nesta sessão vamos falar sobre A Queda de Um Anjo de Camilo Castelo Branco com Maria João Brilhante.
47.ª sessão de uma série com periodicidade mensal, a partir de livros e autores referidos por Mário Dionísio num depoimento sobre «Os livros da minha vida».
Nesta sessão do ciclo «Mário Dionísio, escritor e outras coisas mais» vamos com conversar com João Marques Lopes sobre a relação de Mário Dionísio com a literatura brasileira.
Mário Dionísio apresentou a sua dissertação de licenciatura em Filologia Românica, em 1939, sobre o escritor Érico Veríssimo. Posteriormente escreveu em várias publicações sobre a literatura brasileira e os seus autores.
«Se tomarmos Jorge Amado, Lins do Rego, Érico Veríssimo, Graciliano Ramos para exemplo, veremos como em todos eles há um fulcro comum. Em todos eles a luta pela dignidade do Homem. Em todos eles a revelação dum país através das suas realidades nacionais. Em todos eles a luta pela satisfação das necessidades universais do Homem que virá resolver, justamente, o problema das suas realidades nacionais.»
Mário Dionísio, [Érico Veríssimo] Um romancista brasileiro (dissertação de licenciatura, 1939)
«(...) Mário Dionísio vislumbrava não só a hipótese de os caminhos mais inovadores da ficção do momento passarem por uma periferia tropical emancipada do centro europeu (sobretudo francês e inglês), em que tradicionalmente assentava a nossa renovação das letras e das artes, mas também o reconhecimento descomplexificado de que a literatura brasileira de 30 devia retroagir sobre a portuguesa para a revigorar e fazer encontrar a vida na sua complexidade e movimento dialéticos.»
João Marques Lopes, Introdução à reedição de [Érico Veríssimo] Um romancista brasileiro (CLEPUL, 2011)
A quem quiser contribuir para que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio continue a existir
A entrada é gratuita em tudo o que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio faz. Não por riqueza ou por mania. Mas porque decorre da própria ideia que Mário Dionísio tinha da cultura. E nós, vários anos depois, também.
As excepções são as edições, é claro. Que os Sócios Fundadores e Amigos da Casa da Achada podem comprar abaixo do preço do mercado.
Os tempos vão maus e os apoios institucionais também.
Por isso, agora dizemos a toda a gente que toda a gente pode fazer um donativo, se assim o entender.
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