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Programação:
Clique em cada uma das actividades para ver o respectivo cartaz.

Composta por 13 painéis com textos e imagens que dão conta da vida e da obra de Mário Dionísio (1916-1993), documentos do espólio do autor, livros, fotografias, poemas, pinturas e desenhos, esta exposição foi concebida em 2011 para ser itinerante, e já viajou muito. Desde há uns anos instalámo-la também como exposição permanente numa parte da Zona Pública da Casa da Achada, podendo ser vista em qualquer altura por quem nos visita.
O catálogo reproduz os painéis biográficos que constam da exposição e inclui também uma bibliografia sumária do autor e um conjunto de opiniões críticas sobre a sua obra plurifacetada – o artista (poeta, romancista, pintor), o pedagogo e, em tudo, o intelectual interventivo, ética e politicamente. São autores dos textos: Isabel da Nóbrega, Jorge Silva Melo, João Madeira, Luís Trindade, António Pedro Pita, Rui Canário, Maria Alzira Seixo, Rocha de Sousa, Regina Guimarães, Cristina Almeida Ribeiro, Nuno Júdice, Saguenail, Manuel Gusmão e Eugénia Leal.
Exposição permanente
Horário:
Segunda-Feira – das 15h às 20h
Quinta-feira – das 15h às 20h
Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h

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Exposição
NÃO CRUZAREMOS OS BRAÇOS
Os estudantes de Ciências contra o regime ditatorial
e colonialista - 1968-1974
de 27 de Abril a 26 de Maio de 2025
mais informação |
EXPOSIÇÃO «NÃO CRUZAREMOS OS BRAÇOS! – Os estudantes de Ciências contra o regime ditatorial e colonialista – 1968 -1974»
Uma exposição que cobre os combates do Movimento Associativo da Faculdade de Ciências de Lisboa no período de 1968 a 1974, relata o contexto da luta e descreve a forma como a repressão se fazia sentir.
Organização: Glória Ramalho, Graça M. Ribeiro, M. Graça Ribeiro.
Visita Guiada à exposição
com Testemunhos de António Carreiras, Fátima Borges, Glória Ramalho, Margarida Graça, Olga Moura, Orlando Gonçalves, Graça Maria Ribeiro e Maria da Graça Ribeiro
Sábado 24 de Maio às 11h00
De 27 de Abril a 26 de Maio de 2025
Horário:
Segunda-Feira – das 15h às 20h
Quinta-feira – das 15h às 20h
Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h



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Cinema
O Filme Proibido é o mais apetecido - Censura(s)
nas Democracias
Segundas-feiras 5, 12, 19 e 26 de Maio às 21h
mais informação |
CICLO DE CINEMA - O FILME PROIBIDO É O MAIS APETECIDO
CENSURA(S) NAS DEMOCRACIAS
Censurar, proibir, limitar, cortar, condenar, eliminar, pressionar e ameaçar filmes, documentários ou até mesmo, desenhos animados, são comportamentos e atitudes que normalmente associamos a regimes políticos não democráticos. Então, e as nossas bem-amadas e bem-intencionadas democracias? Também metem a tesoura ou o lápis no cinema? Impõem limites? Censuram? Proíbem? Há sempre espaço na sociedade democrática para censuras formais e institucionais ou também oficiosas e dissimuladas. O poder, seja qual for a sua natureza, tem sempre os seus apetites e desejos. E o capital também…
Mas, se na vida é comum proibir, também é bastante frequente transgredir ou resistir. Os objectos, as ideias, os sentimentos ou os comportamentos proibidos /censurados exercem sempre um fascínio poderoso sobre os protagonistas e também sobre os espectadores, leitores ou curiosos. O proibido ou o censurado valem o que valem. A Pandora não resistiu e abriu a caixa, a Eva comeu e deu a provar o fruto da árvore do conhecimento, o D. Quixote libertou um grupo de condenados às galés, Romeu e Julieta casaram-se e até o Obélix, que estava proibido de voltar a beber a poção mágica, a bebeu às escondidas e se transformou em pedra. Neste ciclo vamos ver e ouvir o que alguém, num determinado tempo não quis que fosse visto, ouvido, comentado ou partilhado. No fim de contas, a censura não venceu e nenhum destes filmes nos deixa indiferentes.
Todas as segundas-feiras, às 21h00
HUMOR DE PERDIÇÃO
de Nuno Teixeira
Portugal, 1987, 6’
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AS HORAS DE MARIA
António de Macedo
Portugal, 1976, 106’
Segunda-feira, 5 de Maio, às 21h00
RED HOT MAMMA
Dave Fleischer
EUA, 1934, 7’
+
ROCÍO
Fernando Ruiz Vergara
Espanha, 1980, 88’
Segunda-feira, 12 de Maio - 21h00
AFRIQUE 50
René Vautier
França, 1950, 18’
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SALUT ET FRATERNITÉ. Les images selon René Vautier
Oriane Brun-Moschetti
França, 2015, 67’
Segunda-feira, 19 de Maio - 21h00
MICKEY MOUSE - THE BARNYARD BATTLE
Ub Iwerks
EUA, 1929, 7’
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SALÒ OU OS 120 DIAS DE SODOMA
Pier Paolo Pasolini
Itália e França, 1975, 115’
Segunda-feira, 26 de Maio - 21h00
Entrada gratuita


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Oficina para pequenos e grandes
Oficina de Pintura de Faixas e Pedras para a
Revolução que Quisermos
Domingo 4 de Maio das 15h30 às 17h30
Oficina de Pensamentos
Domingo 11 de Maio das 15h30 às 17h30
mais informação |
OFICINA –pano, pedra e papel: a tinta continua
Todos à oficina de pintura de faixas e pedras para a revolução que quisermos!!!
Venham participar nesta tarde de mangas arregaçadas em que vamos pintar faixas, pancartas e pedras com frases das nossas cabeças ou de uma «Lista de desordens» que temos, resultado de uma oficina que fizemos há um ano com Regina Guimarães.
Quem quiser, poderá aprender a fazer stencil com José Smith Vargas.
Quem preferir poderá pintar faixas para integrarem a exposição «Não cruzaremos os braços! Os estudantes de Ciências contra o regime ditatorial e colonialista - 1968-1974» com as organizadoras da exposição: Glória Ramalho, Graça M. Ribeiro, M. Graça Ribeiro.
Quem souber pintar pedras, pode vir ensinar-nos!
Domingo, 4 de Maio, às 15h30
OFICINA DE PENSAMENTOS
Uma oficina pensada pelo Henrique Netto, inspirada no “Abecedário de Deleuze”. É mais ou menos um jogo: começa-se por uma palavra iniciada por A; pensa-se e fala-se sobre ela; depois passamos para uma palavra começada por B, noutra com C, e assim por diante até se acabarem as palavras - que nunca acabam - ou se acabar o tempo. Esta é a proposta para produzir pensamentos. Nesta parte 2, começamos pela letra H até à letra que a duração da oficina permitir.
Domingo, 11 de Maio, às 15h30
Entrada gratuita



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ir ou fugir
Filme: «Guerra e Paz», de Rui Simões
Conversa com Rui Simões e Orlando Gonçalves
Sábado 3 de Maio às 15h30
mais informação |
IR OU FUGIR
Filme «Guerra ou paz», de Rui Simões, seguido de conversa sobre o que significava desertar. Com a presença do realizador, também ele desertor do exército colonial português.
Sábado, 3 de Maio – 15h30


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Exposição
NÃO CRUZAREMOS OS BRAÇOS
CONTA QUEM ESTAVA LÁ
Sábado 10 e 24 de Maio às 15h30
mais informação |
EXPOSIÇÃO «NÃO CRUZAREMOS OS BRAÇOS! – Os estudantes de Ciências contra o regime ditatorial e colonialista – 1968 -1974»
Visita Guiada à exposição
com Testemunhos de António Carreiras, Fátima Borges, Glória Ramalho, Margarida Graça, Olga Moura, Orlando Gonçalves, Graça Maria Ribeiro e Maria da Graça Ribeiro
Sábado 24 de Maio às 11h00
CONTA QUEM ESTAVA LÁ
Os estudantes contra o regime 1968-1974: Testemunhos de quem viveu a luta
Sábado, 10 de Maio, às 15h30
CONTA QUEM NÃO ESTAVA LÁ
Os estudantes contra o regime 1968-1974: Conversa com investigadores
Sábado, 24 de Maio, às 15h30



LEITURA FURIOSA 2025
Encontro de três dias entre escritores e gente zangada com a leitura ou a sociedade, que decorre simultaneamente em várias cidades, Lisboa, Porto e Amiens, e que culmina, no terceiro dia, às 15h30, com uma sessão de apresentação, com leituras e canções, de uma brochura com os textos criados nesses vários locais (e que foram, entretanto, traduzidos e ilustrados).
Domingo, 18 de Maio, às 15h30
Entrada gratuita



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Ouvido de Tísico
Nº 57 - Um Camponês Armado à Força
vamos ouvir canções com soldados dentro
Sexta, 23 de Maio às 18h30
mais informação |
UM CAMPONÊS ARMADO À FORÇA
Canções com soldados dentro.
Nas sessões «Ouvido de Tísico» a proposta é escutar. Fácil? Difícil? Num mundo que nos quer entupir os ouvidos, nós queremos continuar a fazer cócegas ao caracol. Ouvir-se-ão textos de vários autores, saladas musicais, documentos desencantados do Centro de Documentação da Casa da Achada, discos do princípio ao fim, entrevistas, enfim, de tudo um pouco. Pode-se ouvir de pé ou sentado, sentado ou deitado. Pode ouvir-se de olhos fechados ou abertos, abertos ou semicerrados. Pode-se desenhar enquanto se ouve, ou escrever, ou não fazer mais do que… ouvir.
Repetimos a sessão de Janeiro assim encerrando a exposição “Camponês Armado”.
Sexta-feira, 23 de Maio, às 18h30
Entrada gratuita

LEITORES ACHADOS
Um domingo por mês, juntamo-nos para ler e discutir um conto.
Quem gosta de ler, falar sobre livros, trocar ideias ou sente que precisa muito de reatar a sua vida com a leitura pode vir experimentar este encontro de Leitores Achados, incentivado pela Biblioteca Pública da Casa da Achada, onde se lê e comenta um conto em voz alta.

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A quem quiser contribuir para que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio
continue a existir
A entrada é gratuita em tudo o que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio faz. Não por riqueza ou por mania. Mas porque decorre da própria ideia que Mário Dionísio tinha da cultura. E nós, vários anos depois, também.
As excepções são as edições, é claro. Que os Sócios Fundadores e Amigos da Casa da Achada podem comprar abaixo do preço do mercado.
Os tempos vão maus e os apoios institucionais também.
Por isso, agora dizemos a toda a gente que toda a gente pode fazer um donativo, se assim o entender.
Opção 1: Cartão de crédito ou Paypal
Faça o seu donativo online, de forma totalmente segura, usando o seu cartão de crédito ou a sua conta Paypal.
Caso opte por esta forma de pagamento, o Paypal irá reter uma pequena percentagem do valor doado, pelo que se quiser garantir que iremos receber a totalidade do seu donativo, faça uma transferência bancária (abaixo).
Opção 2: Transferência bancária
Transfira para o NIB 0036 0000 9910 5869 2830 8 a quantia que desejar doar.
Sugestão: Assinar este texto, completando com a quantia doada, e enviar para a Casa da Achada.
Nota: Pode copiar o texto e enviar por e-mail ou imprimir aqui e enviar via postal.