A Biblioteca Pública da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, com mais de 4000 volumes de literatura, arte, filosofia, história, ciência, livros infantis e juvenis, etc. e algumas centenas de publicações periódicas pode ser consultada durante as horas de abertura. Também a Mediateca, que se encontra em formação, pode já ser consultada e verem-se filmes no local ou levá-los para casa, emprestados. Ver Catálogo da Biblioteca Pública e Mediateca. Ver mais informações.
Mediante marcação:
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
O Centro de Documentação, constituído pelo arquivo Mário Dionísio e pela sua biblioteca e de Maria Letícia Clemente da Silva (mais de 6000 volumes e mais de 200 publicações periódicas) pode ser consultado mediante marcação. Ver Catálogo da Biblioteca do Centro de Documentação.
Programação:
Ciclo BASTIDORES
fazeres que não se vêem
Pensámos em bastidores para Abril, Maio e Junho. São os que se passam atrás das cortinas do teatro? Os que se fazem por baixo do palco? Aqueles que acontecem na rodagem de um filme? Sim, mas não só. A Casa da Achada propõe ver e discutir os bastidores das artes e profissões, os bastidores da política e do dinheiro, os bastidores das vidas e quotidianos – dos fazeres que não se vêem.
E isto sem esquecermos o 25 de Abril e o 1º de Maio, datas de muitos bastidores que não queremos esquecer.
Voltamos, passados quatro anos, à exposição «Mário
Dionísio - Vida e Obra», composta por 13 painéis que abordam as várias
facetas da vida de Mário Dionísio - a infância e juventude, a faculdade,
a escrita e a crítica artística e literária, a militância política, o
ensino, a pintura -, complementados por desenhos e pinturas e por
seis vitrines que reúnem uma pequena amostra de documentos e materiais biográficos pertencentes ao espólio do autor.
Uma exposição importante para conhecer melhor a actividade de Mário
Dionísio, particularmente numa altura em que a participação de muita
gente na vida pública deste país e do mundo é facilmente esquecida.
Servirá também como preparação para o Congresso Internacional Mário
Dionísio, que se realizará em Outubro de 2016, e para o qual estão
abertas inscrições até ao dia 15 de Junho de 2015.
Após ter estado exposta na Casa da Achada em 2011, a exposição circulou
por escolas, bibliotecas e associações em Lisboa (como na Escola
Secundária Camões, onde Mário Dionísio foi professor), Abrantes,
Almeirim, Amadora, Cacém, Figueiró dos Vinhos, Moita, Porto, Salvaterra
de Magos, Seixal e Vila Franca de Xira.
// 15H // INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO «MÁRIO DIONÍSIO - VIDA E OBRA» com a projecção de excertos de entrevistas a Mário Dionísio
// 16H // PASSAR A LIMPO, com Saguenail, um levantamento de sistematizações ou regularidades no tipo de correcções introduzidas na reedição do livro de contos de Mário Dionísio O dia cinzento, a fim de tentar entender uma evolução na forma como o autor pensa a língua, o texto literário e a sua própria escrita.
// 18H // A EXPOSIÇÃO EM VOZ ALTA, uma visita a várias vozes com leituras e canções
Ciclo A Paleta e o Mundo IV
Todas as segundas-feiras às 18h30
Leituras com projecção de imagens de textos relacionados
Continuamos a leitura da 2ª parte de A Paleta e o Mundo, «Prestigio e fim duma ilusão», de Mário Dionísio.
«A Paleta e o Mundo não é uma história, não é um tratado, nem se dirige a especialistas. Quereria antes uma longa conversa - porque nunca esqueço que escrever é travar um diálogo constante, uma das várias e mais fecundas maneiras de não estar sozinho. Uma longa conversa com aquelas tantas pessoas, como eu próprio fui, que, vendo na pintura moderna qualquer coisa de chocante cujo porquê se lhes escapa, achariam contudo indigno injuriá-la sem terem feito algum esforço para entendê-la.» Mário Dionísio
Para o ciclo «Bastidores - Fazeres que não se vêem» não se trata de mostrar só os bastidores de uma peça de teatro ou da rodagem de um filme, mas muitos outros bastidores da vida e do quotidiano, da arte e dos fazeres. O ciclo de cinema continua até Junho, e a programação completa pode ser vista aqui. No mês de Abril vamos projectar filmes em que entram os bastidores da rodagem de um filme, de todo o trabalho de montagem duma exposição num grande museu, duma companhia de ballet conflituosa e do pequeno comércio numa rua em Amesterdão.
Domingos 7, 14, 21 e 28 de Junho das 15h30 às 17h30
Neste mês vamos aprender a fazer trabalhos de bastidores. Começamos com arranjos, consertos e reparações várias nos dois primeiros domingos, no dia 7 com F. Pedro Oliveira e no dia 14 com Carlos Reis. Se quiserem, tragam pequenos objectos e aparelhos que precisem de arranjos. No dia 21 de Junho, vamos aprender coisas simples da jardinagem, no quintal da Casa da Achada, com Zé Pereira. Por fim, no dia 28, faremos arranjos de costura com Irene van Es.
A partir dos 6 anos. Número máximo de participantes: 10.
Projectamos Ilusão sobre os bastidores de uma peça de teatro da Cornucópia, espectáculo representado por 65 alunos e amadores de teatro, a partir de textos dramáticos do jovem Federico García Lorca. Sofia Marques, a realizadora, estará connosco para conversar sobre o filme.
Lançado em Setembro do ano passado, Mário Dionísio - Prefácios (1948-1989) junta vários prefácios e introduções de livros, álbuns e catálogos de muitos e importantes autores. Para discutir e incentivar a leitura do livro, e para isso juntamos António Pedro Pita e Maria João Brilhante na mesma mesa para conversarem connosco sobre esta edição.
Mário Dionísio - Prefácios (1948-1989) reúne os prefácios aos livros: Poemas completos de Manuel da Fonseca, Casa na duna de Carlos de Oliveira, Barranco de cegos de Alves Redol, Poeta militante e O mundo dos outros de José Gomes Ferreira, eO anjo ancorado de José Cardoso Pires. Para além disso, três introduções em álbuns de arte: XVI desenhos e Mensagem de Fernando Pessoa/7 Histórias Portuguesas de Júlio Pomar e Portinari, álbum organizado pelo próprio Mário Dionísio sobre o pintor Cândino Portinari. Das várias introduções de catálogos de exposições, escolhemos cinco para fazerem parte deste livro:12 ilustrações de Portinari para o romance A Selva de Ferreira de Castro, no Porto em 1955, 48 pinturas de José Júlio, no Museu de Évora em 1963, Júlio Resende - Brasil 77, em Lisboa em 1978, Manuel Filipe, no DN de Lisboa em 1982, e Sá Nogueira, em Lisboa em 1989.
Este foi um dos «livros do dia» na TSF, o programa de Carlos Vaz Marques pode ser ouvido aqui
O que foi dito e o que ficou por dizer no ciclo «Bastidores - fazeres que não se vêem», já que bastidores há muitos e muitos mais haverá. Quem quiser participa. Com um texto, uma reflexão, uma canção ou um comentário a uma sessão que houve ou que poderia ter havido. Tudo à volta dos bastidores, o tema deste ciclo que agora acaba. Porque quando se puxa por uma ponta, descobrem-se sempre outras emaranhadas.
Sessão prática com exercícios e jogos, organizada pelo Grupo de Teatro Comunitário da Casa da Achada. Quem vier, vem para participar, não para assistir. Tragam roupa prática (género fato de treino), umas meias grossas para andarem descalços (ou mesmo sem meias se estiver calor) e vontade de participar.
Nesta 18ª sessão de «Itinerários», em que uma pessoa conta a sua história pouco vulgar, vamos conversar com Jorge Constante Pereira.
Como foi andar entre a composição e o teatro, a educação e a terapia da psicomotricidade, a música e a televisão? Um percurso de vida contado pelo próprio, com Cantigas de Ida e Volta e Amigos de Gaspar pelo meio.
Sebastião Lima Rego vem contar-nos a noite das facas de longas, purga de Hitler contra os seus opositores internos na noite de 30 de Junho de 1934.
Nas sessões «histórias da História», conversamos sobre efemérides da História, contemporâneas de Mário Dionísio, pensando sempre também no que se passa hoje. Porque há coisas de que se fala hoje - como a tão badalada «crise» - que não são coisas novas, algumas nunca deixaram de existir, outras ressurgiram em sítios e alturas diferentes.
O Grupo de Teatro Comunitário da Casa da Achada e o grupo de teatro Refugiacto, do Conselho Português para os Refugiados encontram-se e apresentam-nos duas peças: «Fragmentos de teatro» e «A missão de Arulalagan».
A quem quiser contribuir para que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio continue a existir
A entrada é gratuita em tudo o que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio faz. Não por riqueza ou por mania. Mas porque decorre da própria ideia que Mário Dionísio tinha da cultura. E nós, vários anos depois, também.
As excepções são as edições, é claro. Que os Sócios Fundadores e Amigos da Casa da Achada podem comprar abaixo do preço do mercado.
Os tempos vão maus e os apoios institucionais também.
Por isso, agora dizemos a toda a gente que toda a gente pode fazer um donativo, se assim o entender.
Opção 1: Cartão de crédito ou Paypal
Faça o seu donativo online, de forma totalmente segura, usando o seu cartão de crédito ou a sua conta Paypal.
Caso opte por esta forma de pagamento, o Paypal irá reter uma pequena percentagem do valor doado, pelo que se quiser garantir que iremos receber a totalidade do seu donativo, faça uma transferência bancária (abaixo).
Opção 2: Transferência bancária
Transfira para o NIB 0036 0000 9910 5869 2830 8 a quantia que desejar doar.
Sugestão: Assinar este texto, completando com a quantia doada, e enviar para a Casa da Achada.